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Crime hediondo, a chacina de Candelária, ocorrida na madrugada de 23 de julho de 1993 e que levou à morte oito crianças, foi o início de uma escalada de violência em todo o Brasil, que envergonha nosso país diante da Comunidade Internacional. Entre outras citamos a chacina de Vigário Geral, Carandiru e Eldorado de Carajás… nossa indignação diante da indiferença e impunidade que permeia estas ações criminosas, consta no documento assinado por ocasião dos nove anos decorridos desde a barbárie. Vera de Souza, das Mães de Acari, fez um discurso emocionado lembrando a filha desaparecida e a violência contra jovens e adolescentes da periferia.

A celebração eucarística na igreja da Candelária, que reuniu cerca de 250 pessoas, foi conduzida pelos padres Jorge André Gouvêa e Renato Chiera, auxiliados pelo diácono Walnei de Moura Antunes, com a participação do pastor presbiteriano José Roberto Cavalcante. O juiz Siro Darlan, da Vara da Infância e Adolescência do Rio de Janeiro, trouxe a Bíblia da porta da nave até o altar, entregando-a a dom Celso Franco de Oliveira, para a leitura do Novo Testamento. Em torno do magistrado estavam crianças trazendo cartazes denunciando a violência e com os nomes das crianças e adolescentes assassinadas.

Fonte: Agência Kairós/Notícias IECLB

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