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O Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo
(2 Tessalonicenses 3.5)

Parece estranho. Mas o nosso coração precisa ser conduzido ao amor de Deus. Sozinho ele não chega lá. Sozinhos não somos capazes de compreender toda a beleza e profundidade do amor de Deus por nós.

Quando se trata do amor divino é como se estivéssemos diante de uma frondosa e centenária árvore: ninguém consegue se imaginar até onde ela é capaz de estender as suas raízes. É como se estivéssemos diante de um imenso oceano: sequer conseguimos fazer idéia de toda a beleza e diversidade existentes nas profundezas de suas águas. Assim o amor de Deus vai além da nossa compreensão. Por isso o próprio Senhor precisa conduzir o nosso coração para perto de seu imenso amor.

Enquanto não compreendemos suficientemente o amor divino, somos pessoas inquietas e infelizes. Não temos paz. Assim foi com Lutero. A paz só veio quando o seu coração foi conduzido ao amor de Deus e à constância de Cristo.

O que Jesus mais fez enquanto andava pelas estradas, becos e ruas da Palestina foi ajudar as pessoas a compreenderem toda a profundidade e plenitude do amor divino. Veio para conduzir corações humanos para perto do amor de Deus. Neste esforço Jesus foi muito didático e pedagógico. Falou na linguagem do povo. Benditas são as suas parábolas a respeito do amor divino: o bom pai recebe o filho com abraços, beijos e festa; o bom pastor resgata a querida ovelha, carregando-a no colo. Convida amigos e vizinhos para uma alegre celebração. O justo proprietário da vinha não remunera os trabalhadores de acordo com a sua produção, mas conforme as suas carências e necessidades. Para conduzir corações humanos ao amor divino, Jesus contou bonitas histórias de flores, de pássaros, de sementes e de frutos. Mas não parou por aí. Seu maior esforço foi no sentido de fazer acontecer o amor divino na vida dos sofredores e sofredoras. Pois somente assim muitos poderiam compreender o amor divino em toda a sua plenitude. Um dos leprosos curados voltou feliz para agradecer porque experimentou concretamente o amor de Deus. O publicano Zaqueu saltou alegremente da árvore que o escondia porque percebeu compaixão divina no convite que a ele foi dirigido por Jesus de Nazaré. Os dois cegos curados, contrariando o próprio Jesus, divulgaram-lhe a fama por toda a região porque vivenciaram o amor divino bem de perto. O povo, maravilhado por causa da ressurreição do filho da viúva de Naim, exclamou Deus visitou o povo porque viu o amor de Deus acontecendo.

Sim, também o nosso coração quer ser conduzido pelo próprio Deus ao seu amor. Deixemos que ele o faça de acordo com a sua vontade e conforme o seu jeito. Mas quando ele o faz não nos neguemos a reconhecer o seu amor. Basta olhar para a perfeição da criação divina e logo reconheceremos:

Senhor, meu Deus, quando eu maravilhado, contemplo a tua imensa criação; a terra e o mar e o céu todo estrelado me vêm falar da tua perfeição, então minh’alma canta a ti, Senhor: grandioso é tu! Grandioso és tu!

Também posso sentir o meu coração sendo conduzido ao amor de Deus quando percebo amor e solidariedade entre as pessoas. Quando há carinho, afeto, compreensão e perdão entre pessoas, dá pra arriscar: Deus visitou seu povo!. E assim o nosso coração vai sendo conduzido ao amor divino e à constância de Cristo.

P. Valdemar Gaede

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