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Antes de tudo, é preciso que se faça uma distinção clara entre contribuição e pagamento.
Infelizmente, muitas pessoas ainda falam em “pagar a igreja”.

“Pagamento” se faz quando algo é comprado ou por um serviço que foi prestado.

Com o pagamento do produto adquirido, cessam-se as obrigações do comprador para com o vendedor.

Nas relações existentes na Igreja a dinâmica é diferente.

Não compramos algo, mas contribuímos por gratidão a Deus.

Contribuímos para manter o que é nosso e o que temos em comum.

Por isso, o uso do termo “contribuição” é o mais adequado.

A contribuição torna visível a gratidão de quem crê.

É o reconhecimento de tudo aquilo que Deus realiza em nossas vidas.

É a oferta que brota de um coração convicto de que todo bem – toda a graça – procede de Deus.

Veja o exemplo da viúva pobre (Marcos 12.41-44):

Ela dá tudo, pois crê que tudo – inclusive a própria vida – provêm de Deus.

Fonte: Boletim da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana em Vila Pavão/ES. Ano 13 – nº 41