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Caros Membros e Amigos da Paróquia Vila Campo Grande – Diadema!

Este é o lema bíblico do mês de julho. É uma fala do próprio Jesus do famoso sermão da montanha. Soa bastante duro para dentro dos hábitos culturais brasileiros.

O Não direto, na lata, é tido como grosseria e falta de gentileza. Há sem dúvida boas razões para pensar e agir desta forma. Não queremos e podemos fazer crítica a cultura.

Mas todos já sofreram também com a falta de definição de pessoas. Quando o assunto é delicado, todo mundo se esquiva, dar desculpas ou fica encima do muro. Tiramos até a chance para alguém melhorar sua postura por não falar a verdade. E a pessoa acaba ficando isolada, solitária. Existe uma frase com muita verdade: A pior covardia é a covardia diante do amigo.

Com Jesus era diferente. Ele se dirigia às pessoas de forma comprometida. De forma geral sua abordagem era de uma aceitação surpreendente, mas quando havia um impedimento ele se pronunciava com clareza. Pagou com sua vida, mas fez melhorar a vida de muita gente.

Ninguém pede de nós igualar-se a Jesus, mas podemos deixar que ele nosindique a direção. A vida de verdade vem junto com posturas claras, sem ambiguidade. Somos slavos pelo grande sim de Deus a nossa vida. Podemos respassar algo disto!

Saudações!

P. Guilherme Nordmann


Chamamos antenção pelas matérias novas em nosso espaço
www.luteranos.com.br/capeladecristo:
 
– Festa da Feijoada na Capela de Cristo, 16 de agosto de 2015
 
Agenda Mensal Julho/ Agosto 2015
 

 
AGENDA: veja também www.facebook.com/capeladecristo
 
12/07/2015
5º Domingo

após
Trindade
18:30 h: (Sr. Olga Suiter) Culto
19/07/2015
7º Domingo
após
Trindade
10:30 h: (Célio Silva) – Culto
26/07/2015
8º Domingo
após
Trindade
18:30 h: (P. Hermann Wille) – Culto
02/08/2015
9° Domingo
após
Trindade

10:30 h: (P. Guilherme ) – Culto com Santa Ceia
Mateus 25,14-30: Somos ricos em talentos

12:00 h: Ensaio do Coral

 

Palavra da Semana – Para nossa reflexão

 

O milagre e as falácias do crescimento
 

O “E Jesus dizia mais: O novo mundo de Deus é assim como quando um homem lança a semente na terra; e então adormece e amanhece despreocupado, noite e dia, dia e noite… E a semente brota e cresce sem que ele saiba como, porque a terra frutifica autonomamente: primeiro surge o broto tenro, depois a espiga amiga, e logo o grão túrgido na espiga. E, quando o fruto está maduro, é hora de agir novamente: bamboleia-se a foice… porque o tempo da colheita é chegado.”
(Jesus de Nazaré (em Marcos 4.26-29))

“Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo a mata.
Quem tenta ajudar um broto a sair da semente o destrói.
Há certas coisas que não podem ser ajudadas.
Tem que acontecer de dentro para fora.”

(Rubem Alves)

Muitos há que, redondamente enganados, pensam que sua tarefa é fazer a Igreja crescer. Por isso metem-se a fazer o que compete a Deus, só que sem a divina competência.

Consideremos uns poucos, mas suficientes, exemplos: A semente e a colheita, a massa e o pão, a mãe grávida e o bebê em seu ventre, o pai e o filho que cresce.

O agricultor pode adubar a terra, semear, regar, capinar as ervas daninhas e… contemplar. Mas jamais fará a espiga produzir sem que primeiro a semente germine, o broto cresça e dê a espiga.

O mesmo se passa com o padeiro e a mãe de família quando preparam o pão. Podem misturar os ingredientes, adicionar o fermento, acender o forno… Mas só a espera paciente fará o pão crescer até estar pronto para ser assado e, depois, servido.

A mulher grávida pode cuidar da sua saúde, da alimentação e da higiene, mas o bebê se desenvolve dentro dela sem a necessidade que ela tenha tido uma única aula de anatomia, ou saiba como funcionam os sistemas cardiovascular, respiratório, digestório, nervoso, sensorial, endócrino, excretor, urinário, reprodutor, esquelético, imunológico, linfático… A despeito disso, a criança simplesmente se forma dentro dela.

Também o pai, que vê seu filho crescer, pode dar-lhe carinho, instrução, agasalho, pode brincar e orar com ele, mas nenhum pai pode “acrescentar um côvado” ao curso da vida ou à estatura do filho.

Seria insanidade tentar arrancar o broto da semente à força; obrigar o pão a crescer sob ameaça; pressionar a mãe para que reduza o tempo de gestação do filho, como se faz nas linhas de montagem da indústria automobilística; ou torturar um pai para que seu filho seja mais alto e mais forte…

Nossa tarefa, portanto, não é fazer crescer, mas plantar, regar, cuidar e… querendo Deus, colher.
“Eu plantei, Apolo regou,
mas o crescimento veio de Deus”

(Paulo, Apóstolo (em 1 Coríntios 3.6))

Rev. Luiz Carlos Ramos