No Sínodo Centro-Campanha-Sul, como é o trabalho com mulheres?
É muito gostoso. Fazemos amizades e procuramos sempre levar assuntos do interesse das mulheres, mo tivando a participação. Nestes encontros, temos a oportunidade de adquirir conhecimento, escutando e deixando as palavras de Deus fluírem.
Qual é o perfil das participantes?
Na maioria, são Agricultoras ou Produtoras rurais com muita perseverança e espírito lutador, o que as coloca em cargos de liderança na Igreja e na sociedade. Quando somos chamadas para exercer algum cargo ou participar de um grupo, devemos aceitar, porque cada uma de nós tem o seu dom e, para colaborar, não podemos ter medo. A maior parte das participantes é da terceira idade, o que desafia a atrair também as mulheres mais jovens, lembrando a todas que Deus nos projetou assim como somos, seres únicos, e sempre somos um presente para alguém.
Como Tesoureira da Associação Sinodal dos grupos de OASE, quais são as responsabilidades?
Participo há 23 anos da OASE e, desde o início, sempre ocupei algum cargo. Atualmente, sou Secretária do meu grupo. Nesta caminhada, aprendi a conhecer Deus, que perdoa, confortae anima. Na Associação Sinodal, agradeço a Deus pela confiança a mim dedicada quando da eleição como Tesoureira. Trabalhamos sempre em conjunto, para que possamos levar o melhor para os grupos. Temos a responsabilidade de manter o caixa em dia, honrar os encargos com a Associação Nacional e oportunizar encontros e seminários aos grupos.
Quais são os objetivos e resultados da ação do grupo de visitadoras da Comunidade de Agudo?
O grupo de visitadoras iniciou, em 2002, com 19 visitadoras e o objetivo de visitar todos os membros da Comunidade. A meta era visitar as famílias dos jovens no Ensino Confirmatório. Depois, foram visitadas as famílias que haviam se tornado membros recentemente, as que faziam aniversário de participação na Comunidade e as famílias em que as crianças completavam cinco anos de Batismo. Nas visitas, que encontram situações como luto, solidão, desemprego, desavenças, além da falta de tempo para a Comunidade, há momentos para mensagens, orações, diálogos e comunhão. A calorosa recepção, a satisfação dos visitados e o convite para retornarmos nos dão forças para continuarmos esse trabalho.