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A cada dia, os versículos bíblicos são ilustrados por uma fotografia capturada em diferentes biomas brasileiros. Além disso, trazemos informações, reflexões e textos para fortalecer o compromisso com a preservação da Criação de Deus.

Foto: Valdir Hobus

Local da foto: Pantanal – Mato Grosso
O tuiuiú é uma ave de grande porte, conhecida pelas pernas longas e pela plumagem branca. Seu pescoço é preto e sem penas, com uma faixa vermelha na parte inferior.
A ave pode chegar a 1,60 metro de altura, pesar até 8 quilos e alcançar quase 3 metros de envergadura, considerando a distância entre as pontas das asas abertas. Seu bico preto é forte e mede cerca de 30 centímetros. A fêmea costuma ser menor que o macho.
O tuiuiú pertence à família das cegonhas. Durante o voo, mantém o pescoço e as pernas esticados. Essa característica ajuda a diferenciá-lo das garças, que costumam voar com o pescoço encolhido.
Ao Senhor pertence a terra e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam. (Salmo 24.1)
A emergência climática revela uma profunda desigualdade social – ela é, antes de tudo, uma crise de justiça e igualdade. A Relatoria Especial da ONU sobre Direitos Humanos e Mudanças Climáticas (2022) enfatiza que as populações mais afetadas são justamente as que menos contribuíram para o problema: mulheres em situação de pobreza, jovens, crianças, povos indígenas, pessoas com deficiência e comunidades tradicionais.
Essas populações enfrentam, simultaneamente, discriminações históricas e novas ameaças, como perda de território, insegurança alimentar e migrações forçadas. As mudanças climáticas, portanto, são também uma questão de justiça socioambiental e intergeracional, um chamado à consciência ecológica e à responsabilidade ética com a vida.
Os impactos das mudanças climáticas são distribuídos de maneira desigual, afetando mais severamente os grupos historicamente marginalizados e com menor capacidade de adaptação. Comunidades rurais, povos indígenas e populações periféricas são as mais afetadas por desastres climáticos e pela perda de meios de subsistência.
Segundo o Banco Mundial (2024), até 132 milhões de pessoas podem ser empurradas para a pobreza extrema até 2030, devido a choques climáticos, enquanto a migração induzida por eventos ambientais pode alcançar 216 milhões de pessoas até 2050.
As mudanças climáticas já provocam três vezes mais deslocamentos do que conflitos e violência, afetando principalmente populações de países com crises sociais e econômicas.
* Texto extraído do Caderno de Estudos do Tema do Ano, página 34.

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O Pastor e fotógrafo Valdir Hobus é reconhecido por sua especialização em fotografia de vida selvagem e paisagem.
Ele residiu por mais de uma década na região norte do Mato Grosso, período em que documentou a rica biodiversidade dos biomas Amazônia, Pantanal e Cerrado.
Com uma prática fotográfica que revela os encantos da natureza, seu trabalho é laureado em prestigiados concursos de fotografia nacionais e internacionais