Caros Membros e Amigos da Paróquia Vila Campo Grande – Diadema!
Este texto conhecemos, é a parábola do Filho Pródigo, de Lucas 15, mas vale muito a pena encontrar-se com esta história fascinante de tempos em tempos e descobrir que ela tem algo novo a nós ensinar cada vez que a relemos.
Existe um efeito nesta parábola do pai com os dois filhos que faz com que sempre de novo percebemos que Jesus está falando da nossa vida.
Estamos dentro da história, seja no papel do filho mais novo que larga tudo e volta para casa arrependido, ou seja na figura do irmão mais velho que nunca crioou coragem de tentar a vida por conta própria e fica se mordendo de ciúmes por causa da generosidade do pai com o filho mais novo.
Ou seja no personagem do pai que ama cada um dos seus filhos e sofre com a atitude de ambos.
Jesus está falando de nós mas de repente ele dá aquela guinada que só ele sabe dar: ele faz irromper a eternidade na história. Assim é Deus, um pai amigável. Um Deus que sofre, que nos ama para sempre. Já pensou?
Um Deus sofredor? Percebemos que Jesus não só fala de Deus, mas ele o encarna. O Deus que sofre, é ele mesmo pendurado como crimonoso numa cruz na sexta-feira da paixão.
É aos pés desta cruz que percebemos como as nossas briguinhas e birras humanas são fúteis diante do amor ilimitado do Pai do céu que se revela no sofrimento do seu filho.
No fundo Jesus conta esta prábola como uma história de reconciliação entre irmão desiguais, cidadãos intolerantes, comunidade excludentes.
A fraqueza da nossa natureza humana muitas vezes nós leva a confrontos inúteis: Se você não é do meu jeito, não terá lugar nesta comunidade. Aqui só é para os luteranos de verdade!
Assim já ouvi membros da comunidade falando, como se representassem o filho mais velho da parábola. Sem dúvida está em nosso poder de transformar a igreja num clube de uma meia duzia de amigos, mas Deus já foi muito além.
Ele quer que todos sejam unidos porque vivemos num mundo só. No temos outro de reserva. As práticas excludentes no âmbito pequeno são as guerras no âmbito grande.
Vivemos um tempo de exclusões mútuas onde cada grupo sente-se a vontade para difamar o outro e culpá-lo pelos problemas existentes.
Podemos sem dúvida ficar fora de tudo e fazer do nosso jeito, mas não foi para isto que Cristo nós chamou!
Saudações!
P. Guilherme Nordmann
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Sábado
20/06/2015 | 8:30 h: Encontro de Formação de Lideranças da União Paroquial em Ferraz de Vasconcelos |
21/06/2015
3° Domingo
após
Trindade |
10:30 h: (P. Guilherme) – Culto com Santa Ceia
Lucas 15, 1-3.11b-32: O amor é exigente.
Visita de estudantes do Exército da Salvação
12:00 h: Ensaio do Coral |
Sábado 27/06/2015 |
9:00 h: Reunião do Presbitério |
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28/06/2015 4º Domingo
após Trindade |
16:30 h: Ensaio do Coral
18:30 h: (P. Guilherme) Culto
Lucas 6, 36-42: Livres de julgar e ser julgado |
Luz da Semana – Para nossa reflexão
Rubem Alves -Transparências da Eternidade- 4ª edição