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Domingo Fraterno em Santos – 9 de Junho 2013 – Paróquia visita Paróquia – Vamos passear com a Comunidade!

AGENDA: veja também www.facebook.com/capeladecristo

Sábado
08/06/2013
17:00 h: Ensaio do Coral na Capela de Cristo

Domingo, 09/06/2013

3° Domingo após

Pentecostes

Não haverá Culto na Capela de Cristo!!


Passeio da comunidade a Paróquia de Santos – Saída as 8:00
Inscrições na Secretaria da Paróquia


18:00 h: Culto com Santa Ceia no Salão Comunitário em Diadema (P. Guilherme)

Segunda – Feira

10/06/2013

19:30 h: Curso Básico da Fé na Capela de Cristo

Unidade VII: Da fidelidade de Deus para conosco – e como permanecer cristão

Terça – Feira
04/06/2013
19:00 h: Reunião de diretoria do Centro Social e Educacional Sal da Terra

Domingo, 16/06/2013

4° Domingo após

Pentecostes

10:30 h: Culto com Santa Ceia na Capela de Cristo (P. Guilherme)
               Lançamento da Campanha Vai e Vem 2013
 
10:30-15:30 h: Encontro de Confirmandos
 
18:00 h: Culto no Salão Comunitário em Diadema (P. Guilherme)

Segunda – Feira

17/06/2013

19:30 h: Curso Básico da Fé na Capela de Cristo

Unidade VIII: Do amor de Deus para conosco – e como celebrá-lo (culto de encerramento)

 

 

 

 

 

Caros Membros e Amigos
da Paróquia Vila Campo Grande – Diadema!

Neste 3° domingo após Pentecostes refletimos sobre o texto de Lucas 14,16-14. É a famosa parábola sobre a grande festa. Alguém não convida convidados seletos para uma grande festa, mas estes um após outro declinam do convite alegando afazeres importantes em suas vidas. Não sabemos se é pretexto, mas de qualquer forma o convite para a festa não lhes é prioritário. Um comprou uma casa, outro bois para trabalhar, um terceiro casou-se. O dono, aparentemente magoado, reage e enche as sua casa com as pessoas que se encontram pelas ruas e beco, os pobres, cansados e doentes.

Quem já fez alguma festa talvez conhece isto de ter preparado tudo com o maior carinho, ter convidado pessoas especiais, e experimentar que algumas acabam não vindo. Nem sempre as desculpas convenceram. Passar pela experiência que a minha festa não teve prioridade para estas pessoas nos deixa no mínimo tristes e possívelmente revoltados. Lembro-me de um casamento onde a noiva ao chegar a igreja, espiou pela brecha da porta e viu que muitos convidados não haviam vindo, e se negou a entrar na igreja. Custou muito esforço para convenvé-la a voltar atrás.

Jesus usa a parábola para nos explicar as coisas de Deus. Ele passa duas mensagens:

1° o Reino de Deus é uma grande festa. Não é trabalho severo e desgastante que espera a pessoa que aceita o convite para uma vida rumo ao Reino de Deus, mas sim a festa da família de Deus com alegria e beleza.

2° Não há espaço para participar do Reino de Deus rejeitando o convite para a festa. Deus quer que todos se salvem, mas quem resolveu ficar fora da festa fica mesmo fora.

É interessante que as pessoas preferem não ir a festa. Preferem com ficar com uma vida cheia de deveres penosos. A festa é um ambiente de gratuidade, é Deus se doando em Jesus para nos. Mas parece que muitos desconfiam deste presente e continuam penando pela vida. Mas é este convite que podemos fazer: Mesmo que a Igreja não é Reino de Deus ainda, é nela que podemos já ter este gostinho daquilo que há de vir. Na aceitação dos irmãos e das irmãs na fé antecipar a festa do Reino. É esta a grande promessa da comunidade de Cristo. É espaço num ambiente de gratuidade onde as pessoas põem algo em comum por gratidão pela vida.

Porque negar a participação nesta festa?

Neste domingo nos unimos a paróquia de Santospara juntos fazermos a festa!

Saudações

P. Guilherme Nordmann


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Luz da Semana – Para nossa reflexão

A fé é um presente de Deus

O ser cristão é iniciado, inaugurado com o presente inesperado da aceitação incondicional de Deus, sendo que a pessoa se alegra através de uma fé agradecida.

Será que é tão simples dar esse primeiro passo? Apenas dizer “obrigado”? Apenas um pouco de gratidão e alegria, por Deus ser tão bom para comigo? A pessoa não precisa fazer nada mais do que isso, para entrar no Reino de Deus? É! É isso mesmo! Ser cristão não é em primeiro plano realizar algo, é receber algo. Crer significa: Concordar que o céu é grátis. Aceitar o presente e alegrar-se com isso.

Geralmente é aí que começam as nossas OBJEÇÕES. Uma poderia ser: Será que você não está simplificando a questão do ser cristão? Você falou o tempo todo da nossa aceitação incondicional por parte de Deus, afirmando que o céu é grátis. Será que o Novo Testamento não fala também de outras coisas, p.e. de exigências, de ameaças e de palavras sérias sobre o juízo final? O evangelho não é extremamente sério? De fato! A mensagem do evangelho é seríssima. Pois quem não aceita o céu como um presente, este não o alcança. E quem não se alegrar como uma criança sobre esta imerecida graça, não a experimentará. “Quem não receber o reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele” (Mc 10.15), diz Jesus.
O perigo existe de entendermos o evangelho do amor incondicional de Deus de maneira totalmente errada. Poderíamos dizer: “Bem, já que o céu nos está garantido, então podemos viver de qualquer jeito e fazer o que bem entendemos.”

Esta possível reação ao evangelho é comparável à seguinte situação: a esposa chega ao seu marido, toma-o pelo braço e diz: “Eu quero te dizer que te amo! Aconteça o que acontecer, estarei ao teu lado!” Isto é uma declaração de amor. Imaginem se o marido respondesse, dizendo: “bem, tu estarás ao meu lado, não importa o que acontecer! Então posso te trair quantas vezes eu desejar”. Veja como uma declaração de amor pode ser deturpada.

Assim também é com o evangelho. Você pode transformar a declaração de amor de Deus como uma luz verde para fazer o que bem entender. Você pode contemplar o Cristo crucificado, o símbolo do auto sacrifício de Deus, e mesmo assim continuar vivendo como sempre viveu. Este risco correm todos os que amam. Ver o seu amor pisoteado. Este mesmo risco Deus corre no Cristo crucificado. Nós podemos feri-lo transformando seu precioso amor em “graça barata”. Esta “graça barata” funciona então com uma cobertura num bolo, escondendo a nossa velha vida e tornando-nos imunes ao poder transformador do amor de Deus.

O objetivo maior do amor de Deus, porém, é, em verdade, um outro. Ele quer nos transformar. O amor é a maior força de transformação que existe no mundo. Quem exige do outro que ele mude, em geral não consegue nada. Mas quem o aceita sem preconceitos, abre-lhe a chance para que se transforme. Deus nos aceita assim como somos. Mas o seu amor não nos deixa assim como somos. Quem aceita o céu como um presente, este tem a sua existência transformada.

do Curso Básico da Fé