Caros Membros e Amigos da Paróquia Vila Campo Grande – Diadema!
O ano está novo! Sempre um motivo para alegria. É na passagem para o ano novo que saimos para rua, comprimentamos pessoas que normalmente nem olhamos. Mais um ano! Até aqui me trouxe Deus, diz a música do hinário (HPD 233).
Mas será que isto vale também para o futuro? Os temores sobre este ano de 2016 são maiores que de costume. É crise demais ao nosso redor. Tememos nos tornar parte da crise. Tomara que não!
É neste contexto que o texto da prédica deste domingo de Efésios 1,3-14 cai como um luva. Lá fica claro que somos eleitos pelo próprio Deus como filhas e filhos, como herdeiros do reino. Se Deus entregou seu próprio filho, isto significa que ele não pode voltar atrás.
É esta a mais importante mensagem do ano novo: Não existe hipótese de o universo estar jogando contra nós. Somos filhos e filhas do pai para sempre, em toda a eternidade.
Se Deus já resolveu isto, então não há porque confundir a cabeça com os contratempos que surgem. São todos temporários! Sabendo isto pode muito bem ser que boa parte da crise deixa de existir porque era fruto do próprio medo, e este Deus nos tirar na fé pela ação do Espírito Santo.
Entremos então com alegria e ânimo neste ano de 2016!
P. Guilherme Nordmann
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Em recesso
de fim de ano
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03/01/2016
2° Domingo após Natal |
10:30 h: (P. Guilherme) – Culto com Santa Ceia
Texto da prédica: Efésio 1,3-14: Filhas e filhos do Rei
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10/01/2016
1° Domingo após Epifania |
19:00 h: (Célio Silva) – Culto
Texto da prédica: Isaías 43,1-7 |
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17/01/2016
2° Domingo após Epifania |
10:30 h: (Célio Silva) – Culto
Texto da prédica: João 2,1-11
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24/01/2016
3º Domingo após Epifania |
19:00 h: (Célio Silva) – Culto
Texto da prédica: 1ª Coríntios 12,12-31a |
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30/01/2016
Sábado |
9:00 h: Reunião do Presbitério
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31/01/2016
4° Domingo após Epifania |
10:30 h: (P. Guilherme) – Culto com Santa Ceia
Texto da prédica: Lucas 4,21-30
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Certo dia, porém, um jovem casal visita o orfanato. Eles se aproximam do menino, conversam com ele, o cumprimentam como se há anos já o conhecessem. “A partir de hoje você tem um novo lar”, diz o homem. O rapaz não entende. “Você não é mais órfão”, completa a mulher. O rapaz ainda não entende nada. “A partir de hoje, você é nosso filho. Você quer? Nós o adotamos”.
O rapaz custa a acreditar o que está ouvindo. Sua situação, de repente, mudou totalmente – sem que ele tivesse feito qualquer coisa. Nem foi perguntado. Nada fez. Algo aconteceu sem que ele tivesse tido participação. Ele, agora, está numa condição legal completamente diferente. Ele não é mais órfão. Sua vida recebeu um ponto de apoio fora dele mesmo – agora ele pode amarrar sua vida neste apoio.
Com certeza ainda vai demorar algum tempo até que ele possa, de fato, assumir esta sua nova vida, até perder a sensação de ser órfão, até aprender a lidar com sua nova liberdade, até conseguir uma comunhão íntima com seus novos pais. Mas eles lhe concederão o tempo e o carinho necessário para tal. Lentamente ele virá a ser o filho, que ele legalmente já é desde a adoção.
Talvez possamos sentir um pouco a admiração e a surpresa deste menino órfão quando ouvimos o que Jesus, em nome de Deus, nos diz: “Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi”. Esta frase tem validade eterna e vale para cada um de nós. Em nossas vidas aconteceu algo extremamente importante: Deus decidiu-se por nós. Ele quer fazer de nós seus filhos amados.
Esta decisão Ele tomou sem a nossa participação e muito antes de nós podermos respondê-lo. Ele também não perguntou pela nossa opinião a seu respeito. Ele apenas nos revela sua decisão: Somos seus escolhidos. E esta decisão e escolha é irrevogável.
Em Jesus Deus veio até nós para nos dizer: “Eu escolhi vocês. Agora vocês têm por destino serem meus filhos e minhas filhas. Não pensem pouco de vocês. Vocês não são objetos que o mar do acaso lançou na praia. São filhos do Rei, herdeiros do meu Reino, predestinados por mim, o Eterno Deus!”
do Curso Básico da Fé