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| Pa. Vera no encontro de mulheres |
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| Casal de Obreiros em visitação |
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| Pa. Vera em culto celebrativo |
Qual é a sua caminhada na IECLB?
Estudei Teologia na Facteol no período 1986-1991, fui enviada ao primeiro campo de trabalho e iniciei em 1992 na Paróquia de Padilha, em Taquara/RS, juntamente com o meu esposo, o P. Reneu Prediger. A minha ordenação ao Ministério Pastoral aconteceu em 1994, na Comunidade de Padilha. Em 1995, nos transferimos para a Paróquia de Barranco, em São Lourenço do Sul/RS. Em 2009, como casal, aceitamos o desafio de trabalhar na Paróquia em Espigão do Oeste/RO.
Como é o trabalho com mulheres no Sínodo da Amazônia?
Não temos uma associação registrada e com estatutos, como a OASE. Aqui, os grupos fazem estudos bíblicos, cantos e orações, na maioria das vezes sem a presença de Obreiros. Estes grupos são convidados a participar dos encontros em nível sinodal. A cada dois anos acontece o Encontro Sinodal de Mulheres, sempre no ano em que não temos o Acampamento Sinodal da Família. No ano em que temos o Acampamento, realizamos o Encontro somente com as lideranças dos grupos. O Departamento de Mulheres, que tem a Diaconisa Lovani Lilge e eu como Obreiras Orientadoras, é composto por Coordenadora e Vice, Tesoureira e Vice, Secretária e Vice, além de representante no Conselho Sinodal e suplente.
Quais são as suas responsabilidades como Obreira Orientadora?
A orientação teológica guia todos os demais trabalhos. As mulheres superam grandes distâncias para poderem participar dos encontros, que são liderados pelas próprias mulheres, momentos para conversar de mulher para mulher. Nesse sentido, o nosso papel é auxiliar a Coordenação em tudo o que envolve a realização dos encontros, desde reuniões de preparação, temáticas a serem trabalhadas, incentivar as mulheres a participar, apoiar, animar e convidar palestrantes.
A participação das mulheres no Sínodo da Amazônia é ativa?
Os grandes encontros são alegres, motivadores para a vivência da fé, desafiadores e celebrativos. Os grupos e as Paróquias se organizam e vêm em caravanas. Muitas mulheres trazem junto as suas crianças, por isso sempre temos pessoas do Culto Infantil auxiliando. Os grupos são formados por mulheres persistentes e batalhadoras, que trabalham na roça, na agricultura familiar. Nas Comunidades urbanas, participam Professoras, Enfermeiras, Comerciárias, profissionais liberais, etc. É interessante e um bonito testemunho de fé cristã observar as jovens mães, a sogra e a bisavó vindo participar juntas nos encontros, um espaço de alegria e celebração, mas também de mútua consolação, em momentos de sofrimento e perdas.