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Qual é a sua caminhada de fé?
Sou descendente de família luterana. Os meus pais e os meus avós já faziam parte da IECLB e sempre foram muito ativos na Comunidade onde viviam. Fui batizado, confirmado e casei na IECLB. Também sou um membro participante das programações da Comunidade, como cultos, culto infantil, doutrina, juventude, palestras e outros programas. Busco praticar a minha fé no serviço de ajuda ao próximo, seja na vida profissional ou nos serviços voluntários na sociedade, principalmente na comunidade cristã.
Na IECLB, qual é a sua história?
Quando jovem, fui Presidente e Tesoureiro na JE, Coordenador do Culto Infantil e dava aulas de Doutrina na Comunidade de Desvio Blauth, em Farroupilha. Mais tarde, depois de casado, entrei no Presbitério da Comunidade de Linha Nova, onde resido, passando pelos cargos de Tesoureiro e Presidente. Na Paróquia de Linha Nova, fui Tesoureiro e Presidente, cargo que ocupo no momento. No Sínodo Nordeste Gaúcho, fui Vice-Tesoureiro e, atualmente, sou Tesoureiro do Conselho Sinodal.
Quais são as suas metas e responsabilidades como Tesoureiro Sinodal?
Como responsável pelas finanças do Sínodo, procuro dar atenção especial às despesas para que elas não aconteçam sem as devidas necessidades evisando ao bom andamento do Sínodo. As finanças devem ter transparência para que nenhuma dúvida fique em aberto. A organização das finanças é fundamental para fazer um bom planejamento e agilizar, quando necessário, por parte da IECLB e também das Paróquias, as informações financeiras relacionadas ao Sínodo.
A sua formação auxilia nas atividades da Igreja de que forma?
Como Secretário de Finanças e Contador da Prefeitura, fico mais à vontade nas atividades de Tesoureiro. Com o passar dos anos, a experiência faz com que possamos exercer as funções com mais tranquilidade, pois a confiança das pessoas fica mais forte, tudo isso sempre com o trabalho sério e honesto, seja na vida profissional ou nas atividades da Igreja.
O saldo da sua dedicação à Igreja é positivo?
Os ensinamentos que recebi dos meus pais sobre a nossa Igreja foram tão bons que devem ser passados adiante. Como a gente tem família, quer o bem dela. Também na sociedade em que vivemos devemos mostrar o bom caminho. Apesar de tantas injustiças mundo afora, podemos mostrar as coisas boas da IECLB e dizer que, quem confiar nas palavras cristãs, pode ter uma vida melhor. Embora, às vezes, tenha deixado de ficar com a família para me dedicar aos serviços da Igreja, jamais deixei de dar atenção a eles e sempre expliquei que devemos ajudar o próximo para que todos vivam bem. Assim, consegui passar bons ensinamentos aos meus filhos por meio da minha dedicação à Igreja.