Estimados membros, presbíteros e Jovens da nossa comunidade!
A realidade em muitas paróquias:
“No exercício da liderança em comunidades, paróquias, sínodos e em outras instâncias da IECLB, a motivação e a forma de assumir a tarefa determinam, em boa medida, o resultado que virá pela frente.
Muitas comunidades já tiveram a oportunidade de ver presbíteros atuantes, alegres e unidos, que cativam e envolvem a comunidade nos desafios que tem diante de si. Muitos já tiveram a experiência de ver que, neste caso, as grandes dificuldades ficam pequenas. Avanços quase impensáveis tornam-se realidade. Tal presbítero é uma benção. Por outro lado, muitos membros e ministros já viram presbíteros sendo escolhidos de última hora e sem que houvesse clareza sobre o que é servir. São situações em que, primeiro, ouvem-se afirmações como: “não posso”, “não tenho tempo”, e, depois vem o famoso: “Já que não tem outro, então eu assumo!”. Quando a escolha do presbitério se dá por esse caminho, muitas vezes o que vem pela frente é um tempo difícil para a comunidade.
É interessante observar que tanto uma quanto a outra possibilidade ocorre em comunidades maiores e menores, e independe do grau de estudo das pessoas. Importa, portanto, perguntar pelas razões disso. Entender a causa ajuda na busca pela formação de presbitérios e líderes mais entusiasmados, preparados e competentes. Afinal, quem não quer uma bela equipe “puxando à frente” na sua comunidade? “
(do livro: Guia para o presbitério)
Diante do texto exposto, estou convicto que estamos desempenhando satisfatoriamente o nosso papel como presbitério, embora, nós nos encaixamos em alguns pontos relatados como negativos mesmo assim, também reconheço que, podemos fazer muito mais e melhor.
Um abraço fraterno
Arnildo Hoffmann