A Campanha da Fraternidade Ecumênica foi um dos temas tratados na reunião da Presidência com os pastores/a sinodais, que está sendo realizada na Casa Matriz de Diaconisas, em São Leopoldo (RS) de 31 de agosto a quatro de setembro. Na quarta-feira, o secretário executivo da Fundação Luterana de Diaconia (FLD), Carlos Gilberto Bock, divulgou novamente o Edital 03 2010 da FLD, promovido junto com a Secretaria de Ação Social (SAC) da Secretaria Geral. O edital vai atender especificamente projetos sociais de geração de trabalho e renda vinculados a entidades que tenham ligação confessional com a IECLB. Uma parte dos recursos vem parte da Oferta Nacional feita na IECLB para a Campanha da Fraternidade Ecumênica e outra, do Fundo de Projetos da FLD. O prazo para o encaminhamento de projetos encerra no dia 5 de setembro, domingo próximo..
Outros assuntos discutidos na quarta-feira incluíram a divulgação do Seminário sobre Segurança Alimentar, Seminário Eclesiologia Ecumênica e questões sobre ecumenismo.
Na quinta-feira, a agenda ficou centrada nos assuntos da Secretaria Geral. À tarde, os/as presidentes/as sinodais juntaram-se à reunião e foram saudados pelo pastor presidente Walter Altmann, especialmente aqueles que estão assumindo o cargo.
À noite, a confraternização aconteceu na casa do pastor Altmann, que foi surpreendido com uma homenagem. “Fiquei muito comovido”, disse. “Foi uma oportunidade de recordar momentos da minha trajetória na Igreja. É uma grande alegria ver que pude construir uma rede de amizade durante a minha gestão. Por isso sou extremamente grato a Deus.” Essa é a ultima reunião presidida por Altmann, que encerra sua gestão no final do ano.
Entre os depoimentos, o pastor sinodal da Amazônia, Mauri Magedanz, contou: “Fui aluno do pastor Altmann e naquela época já vi uma pessoa respeitosa, sem deixar de ser firme”, relembrou Magedanz. “Quando se pensa em um pastor presidente, geralmente se tem a visão de alguém inatingível. Pastor Altmann não é assim. Durante minha enfermidade, que foi um momento extremamente difícil, sempre que possível ele esteve próximo de mim e da minha família. Em outras oportunidades, quando esteve na Amazônia e tínhamos um tempo livre, íamos pescar”, disse. “Ele é gente como a gente”.